A noite chega, a cabeça continua a mil.
A dúvida e incerteza teimam em ficar.
O sentimento existe, o carinho também.
A dor do passado e a frustração de não o conseguir soltar inunda-me a alma.
Sou como um pássaro selvagem, preso numa gaiola dourada mas minúscula.
Quero voar mas não consigo. Nem consigo abrir as asas.
Deixem-me voar. Deixem-me ser livre. Quero percorrer o mundo e ser feliz.
Ser eu, o que nasci para ser.





